quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Receptores para TV Digital Open Source

Este é o título do artigo desta semana da coluna Educação e Tecnologia do site Dicas-L. Ele é uma versão ampliada e corrigida do texto publicado ontem aqui neste blog "Cadê os receptores baratos". Inclui novos dados e afirmo a viabilidade da construção colaborativa de um projeto de setup-box caseiro destinado a garantir o acesso da maioria da população.

Para ler o artigo clique aqui.


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terça-feira, 13 de novembro de 2007

Mobilis vai custar R$ 620

A Encore do Brasil está finalizando as etapas para inciiar a produção do Mobilis. Ainda falta definir algumas parcerias e buscar mais alguns incentivos estatais. O setup-box "puro" deve chegar ao mercado a R$ 220 e talvez seja o mais barato. Estes setup-box baratos não terão alta-definição e não serão compatíveis com TVs acima de 14 polegadas, o que é uma pena e pode inclusive inviabilizar sua comercialização, já que custará metade do preço de uma TV popular convencional.

Já o Mobilis, definido como um "setup-box com interatividade - quiase um computador", deve sair de fábrica a R$ 620. Mais que o dobro do valor originalmente anunciado no meio do ano, mas ainda assim compatível com o mercado.

Jackson Sosa, diretor das duas empresas, disse que já encomendaram as caixas plásticas para os aparelhos.

Ficamos no aguardo.

Fonte original: Observatório do direito à comunicação


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TV Digtial: cadê os receptores?

Estamos a menos de 20 dias do lançamento oficial da TV Digital no Brasil e até agora "não vimos a cara" dos aparelhos que permitiram assistir a sua programação (chamados de setup-box). Para a população restou apenas os comerciais de gosto e atenção duvidosos que o seu comitê-gestor está bancando.

Em outros países o lançamento de uma nova tecnologia é precedido da exibição, do pré-lançamento e até da venda antecipada de produtos compatíveis. É o mais puro capitalismo, dizem, pois é neste momento que os fabricantes e desenvolvedores mais faturam e podem por à prova suas estratégias, potencializando a adoção da nova tecnologia pelos consumidores no mais curto espaço de tempo.

Foi assim com o 3G recentemente. Antes da nova tecnologia para celulares chegar de fato ao consumidor os aparelhos já vinham sendo apresentados ao público mais de 1 anos antes, mesmo que somente as carcaças vazias para dar idéia dos novos conceitos. Também os futuros serviços disponíveis eram alardeados, comentados e discutidos tecnica e socialmente através da imprensa e de sites especializados.

Nada disso se viu no Brasil em todo o processo da TV Digital e prossegue assim até agora. E isso não é culpa das indefinições que ainda pairam no ar, como a interatividade, o canal de retorno, padrões de áudio e vídeo, patentes, incentivos fiscais e questões técnicas menores. Afinal, as principais diretrizes já foram definidas desde o decreto de março deste ano que institui de forma bruta todo o modelo nacional.

Agora, fiquei sabendo através do Notebooks-blog que a revista Época fez uma breve análise do que está por vir. O preço dos aparelhos de TV novos será de no mínimo R$ 6 mil (mais caros que as TVs de plasma vendidas hoje). Enquanto que os setup-box que permitiram qualquer TV convencional acessar a programação em alta-definição será de R$ 800.

A TecToy estará vendendo um receptor do tamanho de uma pen-drive para computadores. O preço: R$ 350.

Onde estão os setup-box de R$ 180 prometidos pelo governo? Este preço seria conseguido através de incentivos diversos, inclusive com renúncia fiscal e o financiamento de pesquisas e linhas de produção. Também me pergunto a quanto sairá o Mobilis, da Encore do Brasil. Se o preço dele passar muito dos R$ 500 irá igualmente se afastar do poder aquisitivo da maioria dos brasileiros que são, digasse de passagem, a maior massa consumidora do país (só o empresariado de tecnologia e os economistas que não entendem).

Outros links interessantes:
2Jovem.com
Convergência Digital

Nigéria volta atrás e fica com Mandriva

O governo nigeriano que havia feito a primeira grande compra de laptops educacionais do modelo Classmate, da Intel, voltou atrás e não irá substiuir o sistema operacional Mandriva Linux, previamente acordado, pelo Windows XP.

A empresa responsável pela implantação do projeto na Nigéria receberia um aporte de US$ 400 mil da Microsoft se a troca ocorresse. Não se sabe se o governo local pagaria pelas licenças do software e pelo serviço de substituição do software em cada laptop.

O Mandriva Linux instalado saiu a US$ 10 por máquina.

Leia também a carta aberta de um diretor da Mandriva.

Fonte: BR-Linux

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

"Perspectivas do uso de laptops pelas crianças e nas escolas"

Ontem de manhã eu dei a palestra com o título acima no auditório do Centro de Computação da UNICAMP. Participaram cerca de 30 pessoas no local e muitas outras tiveram acesso pela transmissão on-line. Foi uma experiência muito significativa. Abaixo o roteiro da palestra:

1. Apresentação do palestrante
2. Contexto técnico e econômico do mercado de equipamentos móveis (celulares, smartphones, players, mobile games, etc...). Contatação de que todos utilizam tecnologia antiga "revisitada" com novas tendências em materiais, interface e usabilidade.
3. Os modelos "1 para 1" e "1 para muitos"
4. Modelos de laptops educacionais e características semelhantes/diferentes
5. Influências filosóficas e educacionais do XO da OLPC
6. Potenciais do XO (o que dá para fazer com ele)
7. Questões educacionais intrínsecas ao XO
8. Softwares existentes (não foi apresentada esta parte)
9. O futuro do XO

Durante as perguntas uma questão que chamou a atenção foi o interesse despertado por um modelo "1 para muitos": a colocação de um computador em cada classe, ao invés de manter todos os micros no laboratório de informática. Eu havia dito que atividades em grupo são beneficiadas por esta atitude e que ela serviria como prévia/preparação à introdução do modelo "1 para 1", já que o professor teria que planejar atividades envolvendo colaboração,pesquisa e construção do equipamento, reservando uma parte das atividades para o uso do computador da classe num esquema de revezamento entre os grupos de alunos.

Com relação ao uso de laptops em si, procurei traçar um contexto histórico e informações relevantes quanto às características, sendo bastante pragmático quanto aos usos possíveis: coleta e interpretação de dados da natureza (a parte que acho mais cativante do projeto), pesquisa de informações, sistematização de dados, escrita e leitura, composição multimídia e conexão permanente com os colegas. Deixei de propósito a Internet de fora, acredito que a maioria das atividades dentro da escola não necessitaram da internet ou utilizaram muito pouco esta tecnologia.

Devo reapresentar esta mesma palestra em um curso do Instituto de Estudos da Linguagem e para professores da rede municipal de ensino de Campinas. Em breve a palestra estará disponível no CameraWeb da Unicamp.


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terça-feira, 6 de novembro de 2007

XO: Começou a produção em massa



O primeiro modelo do XO produzido em larga escala, o XO-1, está saindo da fábrica da Quanta, em Taiwan. Como eles conseguem produzir uma grande quantidade de qualquer dispositivo em pouco espaço de tempo, em alguns poucos dias toda a primeira encomenda da OLPC deve estar pronta para distribuição.

Lembrando que o primeiro país a aderir a iniciativa foi o nosso vizinho Uruguai.



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quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Carta Aberta a Steve Ballmer, da Microsoft

Recentemente foi chegou a notícia de que a Mandriva conseguiu vender 17.000 laptops educacionais Classmate da Intel com sistema operacional Mandriva Linux para o governo Nigeriano. Os equipamentos serão utilizados nas escolas do país dentro da metodologia de "um computador por aluno". O pioneirismo do governo nigeriano está sendo ofuscado pela nova notícia de que os governantes mudaram de idéia quanto ao uso do Mandriva Linux depois da compra já realizada e agora teriam anunciado: "Pagaremos pelo Mandriva Software como acordado, mas nós o substituiremos pelo Windows imediatamente".

Revoltado com a estranha e súbita decisão François Bancilhon, executivo da Mandriva, escreveu uma carta aberta que tomei a liberdade de traduzir abaixo. Não acho que seja um primor na argumentação, mas revela muito sobre o processo de construção e efetivação deste negócio pioneiro e da forma de (não) negociar dos grandes oligopólios.

Caro Steve,

Olá, sou François, da Mandriva.Estou seguro somos muito pequenos para você nos conhecer. Sabe, nós somos uma destas minúsculas companhias de Linux que trabalham duro por nosso lugar no mercado. Nós produzimos uma distribuição Linux, o Mandriva Linux. A sua última edição, o Mandriva 2008, foi visto como uma versão muito boa e nós estamos orgulhosos por isso. Você devia dar uma olhada, tenho certeza que gostaria dele.Por acaso, nós também somos uma das empresas de Linux que não assinaram um acordo com a sua companhia (ninguém perfeito)

Recentemente fechamos um negócio com o Governo nigeriano. Talvez você tenha ouvido sobre isso, Steve. Eles nos procuravam uma solução de hardware + software acessível para suas escolas. A encomenda inicial foi de 17.000 máquinas. Nós demos uma boa resposta as suas necessidades: o Classmate PC de Intel, com uma solução Linux Mandriva customizada. Apresentamos a solução aos governantes, eles gostaram da máquina, eles gostaram de nosso sistema, eles gostaram do nós oferecemos a eles. O fato é que houve abertura, que nós podíamos adequar nosso produto ao seu país e assim por diante.

Então seu pessoal entrou no jogo e o negócio ficou mais competitivo. Eu não diria que ficou sujo, mas alguém podia ter dito isso. Lutaram e lutaram, mas ainda o cliente ainda estava feliz em receber o CMPC e o Mandriva.

Então fechamos o negócio, nós recebemos o pedido, nós qualificamos o software, nós despachamos as máquinas. Em outras palavras, nós fizemos nosso trabalho. Pelo que me consta, as máquinas estão sendo entregues agora mesmo.

E então, hoje, ouvimos do cliente uma história totalmente diferente: "Pagaremos pelo Mandriva Software como acordado, mas nós o substituiremos pelo Windows imediatamente".

U lá lá! Estou impressionado, Steve! O que você fez para estes rapazes mudarem sua decisão desta maneira? Está claro para mim, e estará claro para todo o mundo. De onde você veio, como você chama o que você acaba de fazer, Steve? Por aqui eles dão vários nomes, eu estou certo que você os conhece.

Ei Steve, como você se sente quando se olha no espelho de manhã?

Obviamente continuarei lutando por este trabalho e pelo próximo, e o próximo. Você tem o dinheiro, o poder, e talvez nós tenhamos um sentido diferente sobre ética, você e eu, mas acredito que trabalho duro, boa tecnologia e ética também podem ganhar.

Vivas,François

PS: uma mensagem a nossos amigos na Nigéria: ainda há tempo de agir corretamente e de fazer a escolha certa, você receberá todo suporte por isto e excelentes serviços!


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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Destaques da OLPC (pra participar!)

Entre atrasos, ajustes e declarações mil a idéia de inclusão digital da OLPC vai se concretizando com a 1a encomenda concreta feita pelo Uruguai e com a iminência da produção em massa, mesmo que em número bem menor que o objetivo inicial de 5 milhões de unidades.

A questão é que os objetivos ideológicos da OLPC de certa forma foram alcançados: houve uma mudança de paradigma importante sobre o uso de computadores nas escolas, agora máquinas construídas especificamente para o ensino são consideradas viáveis. Essa não era a realidade há dois anos, quando o mercado móvel se limitava a celulares, notebooks convencionais e palms; a Intel e AMD abandonavam os chips para portáteis pela baixa lucratividade e as escolas eram consideradas consumidores menores, atrás de nichos como governos, empresas e consumidores finais. A OLPC também ajudou a derrubar o mito tecnológico do "mais é melhor", "enxugando" e otimizando o hardware e o software em benefício da usabilidade e do acesso amplo.

Mas ainda há coisas para fazer e talvez você possa ajudar:

- Tradução: uma nova plataforma chamada Poodle para auxiliar na tradução da interface e dos aplicativos foi ativada, qualquer um pode participar. Inscreva-se também na lista de discussão criada para este fim.

- Perguntas frequentes: um PHPMyFAQ foi ativado para a criar documentação. Pode-se participar categorizando temas, enviando perguntas ou criando perguntas já com as respostas. Também precisam de moderadores para os temas.

- Música: O Jamendo é um portal dedicado à divulgação do trabalho de artistas livres. Eles abriram um canal onde qualquer um pode postar playlists com músicas compatíveis com o público-alvo da OLPC. Estas músicas poderiam ser tocadas nos laptops. Outra condição é que o conteúdo esteja sob Creative Commons, isto é, permita o livre download, distribuição e uso, sem pendências jurídicas neste sentido. A qualidade dos trabalhos que já estão lá é surpreendente.

- Conteúdo: autores podem criar livros e outros materiais específicos para serem disponibilizados livremente nos laptops, também é possível liberar o uso de material já desenvolvido para outras plataformas. Aulas e cursos inteiros também podem ser liberados para uso no XO. A condição é que sua distribuição seja liberada nos termos do Creative Commons ou que os direitos já tenham caído em domínio público. Uma biblioteca de livros digitalizados que caíram em domínio público pode ser vista aqui. Se quiser criar ou adaptar conteúdos de sua autoria utilize o wiki do projeto ou crie seu próprio blog ou site, como neste exemplo para criação de material cartográfico para o XO.

- Aliás, o wiki e as listas de discussão ainda são as melhores formas de se participar.

Isto é apenas uma pequena parte do trabalho coletivo que está sendo feito. Tentei aqui destacar as atividades mais recentes, mais interessantes e mais gerais, todas voltadas de alguma forma à geração de conteúdo para profissionais de educação e para as crianças. Exclui aquelas que necessitam construção de partes novas, uso de equipamentos, programação, manipulação de hardware e software. São coisas que podemos de fato fazer nas horas vagas e que vão nos exigir no máximo um pouco de pesquisa, mas dentro do conhecimento que já dominamos e sobre trabalhos atuais ou que já realizamos.

Então o que estamos esperando? mãos a obra!

domingo, 21 de outubro de 2007

O Nokia N810

A Nokia lançou um tablet (uma espécie de mini-computador de mão) que NÃO é celular. É um pequeno micro que se conecta via Wi-Fi ou Bluetooth e possui navegador de internet, Skype e Navegação via satélite. É claro que ele também pode ser utilizado como MP3 player de 10GBytes (via cartão de memória). O sistema operacional é o Linux.

O aparelho não é vendido no Brasil e custa lá fora US$ 479. Um preço bem salgado, principalmente se comparado ao iPhone da Apple e mesmo a laptops convencionais (a partir de US$ 500) e ao EEE da Asus (US$ 299).

A fonte inicial da notícia foi o BR-LInux.


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terça-feira, 16 de outubro de 2007

MMORG educacioinal brasileiro

Atairu, ou "companheiro de viagem" em Tupi, é um ambiente virtual 3D para imersão (MMORG) tipo WordCraft e SecondLife. Como o Croquet, ele quer criar um ambiente colaborativo com foco educacional. O Atairu quer juntar o ambiente 3D com um sistema gerenciador de ensino (LMS).

Há ferramentas neste sentido hoje. Há programas que integram o SecondLife ao Moodle por meio de um plugin. É possível transitar entre um ambiente e outro e participar de chats e acompanhar a movimentação dos avatares, por exemplo.

O Crocret oferece recursos avançados para colaboração assíncrona e o ambiente em si - o que é muito mais do que tivemos já tivemos - mas a gerência formal do ensino não é seu forte.

Tenho dúvidas se aproximar um ambiente 3D de um LMS é o caminho, são tecnologias e vivências bem diferentes, as expectativas em cada um deles é singular. No entanto, um sistema para planejamento e administração do ensino em 3D é algo completamente diferente e bem-vindo.

Veja o vídeo de apresentação abaixo:



O Play2Lern é um projeto que cria um metaverso no SecondLife para treinamento em saúde.

O site do projeto é http://jeomm.unb.br/portal/

A notícia foi publicada em O Velho

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Intel terá processador para laptop da OLPC

A Intel irá apresentar até abril de 2009 uma nova plataforma de processadores especificamente para atender ao projeto da OLPC.

Não se trata de adaptar os atuais Celeron M, utilizados no ClassMate e Asus EEE, ou mesmo da nova platorma móvel Silverthorne. A Intel afirma que as necessidades da OLPC exigem uma nova categoria de chips que atendam plenamente seus objetivos.

A alguns meses a Intel e a OLPC selaram um acordo genérico de colaboração mútua. Hoje o XO utiliza os chips da concorrente AMD. Ambas as empresas tinham suspendido os investimentos em processadores móveis, a Intel, inclusive, vendeu sua divisão de chips deste tipo para a Marwel (detentora das patentes da rede Mesh). Após a OLPC iniciar o projeto do XO a Intel retomou os investimentos neste segmento, mas a AMD não demonstrou interesse em fazer o mesmo.

Diante deste cenário acho natural a aproximação entre a OLPC e um desenvolvedor mais confiável, com o objetivo de aumentar o desempenho e reduzir custos.

A notícia me foi enviada pelo Rubens, do Dicas-L, e também está no site BR-Linux.

Outras fontes: Info e IDG-Now

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terça-feira, 25 de setembro de 2007

Outros notebooks em promoção "oculta"

Parece que o notebook Positivo V146 acabou. Obtive a mensagem "produto não encontrado" e não vejo o V146 na lista de loja. Acho que só tinham uma peça, que foi vendida esta tarde.
Mas parece que o que resta do catálogo de notebooks do Pontofrio.com está com as mesmas vantagens. Fiz um teste agora a noite (1:16h) com o Positivo V58 e com o Amazon HL81. Os resultados foram:


Positivo W58
Preço normal: R$ 2.999,00 ou R$ 2.399,00 à vista
Para usuários do Jacotei: R$ 2.849,00 em até 12x

Amazon HL81
Preço normal: R$ 2.699,00 ou R$ 2.159,20 à vista
Para usuários do Jacotei: R$ 2.564,05 em até 12x

Obs.: O HL81 é com 1,86GHz, 1G RAM e 80G HD. A entrega do HL81 é para 15 dias. O W58 é imedidata. O frete é gratuito. (Nâo preciso dizer que o Amazon é o melhor negócio neste exemplo.)

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Notebook Positivo V146 em promoção.

Em adendo a notícia publicada nos últimos dias sobre o Positivo V146 no Notebooks-Blog, vi que ele pode ser comprado no Pontofrio.com por R$ 2.564 em até 12 vezes, inclusive em cheque ou dividido em dois cartões de crédito. É um desconto de R$ 134,00 reais sobre o preço praticado no Submarino, por exemplo.

À vista o valor cai para R$ 2.159,20 - preço compatível com notebooks de núcleo único (o V146 tem 4 núcleos e uma configuração superior).

Para gozar dos descontos o usuário deve ser cadastrado no site http://www.jacotei.com.br e acessar a loja a partir dele.

Não tenho relação com as empresas citadas, inclusive não sou bastante crítico quanto aos serviços oferecidos pelo Pontofrio.com e nem possuo ou pretendo adquirir um notebook Positivo. Mas não pude deixar de informar essa pechincha.

PS: Passei essa informação prioritariamente para o site Notebooks-blog, mas eles alegaram que não podiam publicar porque "esse preço é sujeito a alterações sem aviso (...)". Respeito, porém não concordo com a posição do site, mesmo porque a notícia publicada por eles possui um link que convida para a compra no Ssite Submarino, também sujeito a alterações.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Acessibilidade na web

Sempre tive preocupação com a questão da usabilidade, o que não significa que todos os meus projetos sejam 100% acessíveis a todos os tipos de pessoas e necessidades. Este belo e bem produzido vídeo é uma ótima oportunidade de nos conscientizarmos. Pode divulgar das mais diversas formas, porque ele está em Creative Commons. Diversos formatos de arquivo do vídeo estão disponíveis no site acessodigital.net .





A dica é do site Guia do Hardware.

Play2Train

Neste vídeo dá para ver o que é possível fazer em ambientes MMorg, como o Second Life e o Croquet. O Play2Train está criando um metaverso onde dá para fazer treinamentos práticos e teóricos em emergências médicas, cobrindo os mais variados aspectos (de vestimentas e rotinas mais triviais até procedimentos complexos). Vale a pena acompanhar o vídeo até o fim, mesmo estando os comentários em inglês.

O que achei mais interessante é que o projeto deles cobre até situações de campo com uso de equipamentos e estruturas simuladas além de mecanismos de avaliação escolar, por meio de questionários. Também é possível fazer pesquisas on-line e escrever textos utilizando editores e navegadores em notebooks e computadores virtuais.





(A notícia foi tirada do eCommunita Arte e Tecnologia.)